O ex-presidente da empreiteira OAS Léo Pinheiro fechou um acordo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e ficará cinco anos preso em regime domiciliar. O ex-dirigente da empresa terá que pagar R$ 45 milhões de compensação aos cofres públicos. Pinheiro foi a principal peça da acusação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex de Guarujá (SP).
A partir da delação premiada, que motivou a prisão do petista em 2018, o empresário deixou a cadeia em setembro e agora está em sua casa, na zona oeste de São Paulo, após seu compromisso de colaboração ter sido homologado no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os termos acordados com o Ministério Público foram assinados no fim de 2018, mas só agora se tornaram públicos. A colaboração do empreiteiro já foi anexada na ação penal contra o ex-presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia (PT-RS), que se tornou réu na semana passada no Paraná acusado de receber propina da OAS em uma CPI sobre a Petrobras.
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