O óleo no Nordeste gerou uma crise entre o Procon de São Paulo e os órgãos de defesa do consumidor dos estados que tiveram praias afetadas, informa a coluna Painel S. A., do jornal Folha de S. Paulo.
Segundo a publicação, depois que a entidade paulista lançou campanha, nesta semana, orientando viajantes a procurarem empresas aéreas e hotéis para adiar seus passeios, Procons nordestinos reagiram.
“Não há qualquer publicação de autoridade ambiental e sanitária que declare o litoral impróprio para banho”, disseram os órgãos locais em carta conjunta.
Ainda de acordo com a coluna, A despeito do posicionamento das entidades locais, os estados de Bahia e Sergipe decretaram situação de emergência para direcionar recursos aos municípios atingidos.
A nota assinada por 22 Procons do Nordeste diz que não é possível ter cancelamento sem multa se não houver “nexo de causalidade” com o serviço contratado, ou seja, as empresas não teriam obrigação de postergar viagens.
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