Sem receber ajuda financeira do Executivo. Órgãos do Judiciário, do Legislativo e da Defensoria Pública da União terão um teto menor para gastos a partir de 2020. A informação foi divulgada pela jornal Estadão nesta segunda (16).
A medida é cortar compensações do Executivo para cobrir gastos superior ao teto dos órgãos. As instituições que não se ajustaram terão margem menor para cortar custos, já que cerca de 80% da arrecadação da folha pessoal é obrigatório.
Entre 2017 até 2019, o Executivo podia ceder 0,25% de seu limite de gastos para que os demais Poderes não ultrapassassem o teto. A condição era oferecida para cobrir reajustes salariais que entrariam em vigor ao longo desse período.
No ano que vem, porém, essa compensação termina e os órgãos contarão apenas com seu próprio limite para cumprir o limite de gastos.
Ainda segundo o Estadão, a Justiça Federal e a do Trabalho já alertaram que a redução orçamentária pode comprometer seu funcionamento no próximo ano. As duas têm elevado grau de comprometimento das despesas com a folha de pagamento dos funcionários.
Na Justiça do Trabalho, por exemplo, o limite de despesas do órgão será reduzido em mais de R$ 1 bilhão (-5,4%) em relação a 2019. Para se adequar, foi cortado o programa e o valor da bolsa de estágio.
Também foram dispensados funcionários terceirizados que trabalhavam na limpeza e vigilância. O Orçamento para 2020 prevê 88,38% dos gastos para folha de pagamento.
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