A prefeitura de Santo Amaro, comandada por Flaviano Bomfim (PP), deixou de fazer repasses no valor de R$ 1,3 milhão ao Hospital Maternidade de Santo Amaro, entidade filantrópica sem fins lucrativos que presta serviço à gestão municipal.
De acordo com denúncia do presidente da Câmara Municipal de cidade, Herdem Cristiano (DEM), a unidade pode fechar sem os recursos. ""Na verdade, a maternidade, que é uma entidade filantrópica, nos enviou documento informando que está fechando as portas por falta de repasse. O valor mensal é de aproximadamente R$ 124 mil. O prefeito Flaviano Bonfim já deve mais de R$ 1,3 milhão. Precisamos que o prefeito honre com seus repasses. Estamos na Câmara levando ao conhecimento da população. Se fechar as portas, infelizmente, não teremos mais cidadãos nascidos em Santo Amaro", afirmou, ao Bnews.
Sem a verba, o hospital não tem conseguido arcar com o pagamento dos funcionários, que cobram da prefeitura um posicionamento. Informações de bastidores dão conta de que a ideia de Flaviano é que, após o fechamento da maternidade, os serviços sejam transferidos para a Santa Casa / Natividade.
Representante do Hospital Maternidade, Regival Mattos de Souza afirmou ao BNews que já houve uma reunião entre juiz da cidade, promotor público e prefeito onde ficou decidido que os serviços de obstetrícia vão permanecer no mesmo local. Ficou acordado que o pagamento dos repasses em atraso deve ser feito o quanto antes
BA Candeias: Prefeito Eriton Ramos anuncia antecipação da primeira parcela do 13º e feriadão aos servidores públicos
Saúde Candeias: Prefeitura inicia programação do Outubro Rosa e anuncia implantação de ambulatório contraceptivo para mulheres
Salvador Fenômeno no céu de Salvador chama atenção da população
Cidades Evento gratuito celebra o Dia da Enfermagem em Feira de Santana e reúne profissionais e estudantes
Feira de Santana Câmara de Feira de Santana aprova distribuição gratuita de Mounjaro para jovens
Feriadão PRF fecha a Operação Tiradentes na Bahia com mais de 3,2 mil infrações e quase 8 mil pessoas fiscalizadas