Presente à Semana do Clima, em Salvador, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi mais uma vez alvo de protesto, na manhã desta quarta-feira (21). Houve vaias ao ministro e alguns manifestantes o chamaram de “fascista”.
“Estou vendo os cartazes, as manifestações. Isso tem impacto nas nossas ações”, afirmou o titular do Meio Ambiente, em rápido discurso, abafado pelas vaias.
Em entrevista, Salles negou omissão da pasta em relação ao aumento do desmatamento na Amazônia, ao ser questionado sobre a iniciativa do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) e outras 50 ONGs, que protocolaram na Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão pedido de averiguação de improbidade administrativa do ministro.
“Se nós olharmos, todas as regras aplicáveis no combate ao desmatamento ilegal foram mantidas. Todas as estratégias continuaram sendo atuadas. Infelizmente, tanto os estados quanto o governo federal sofrem em razão da crise econômica, com os cortes orçamentários. Isso atrapalha operações de fiscalização, mas a política de combate às atividades ilegais segue”, declarou.
Salles anunciou que, ainda nesta quarta, fará uma vistoria no Mato Grosso, que seria o local mais atingido pelas queimadas. “É uma situação realmente preocupante, agravada pelo clima seco, pelo calor”, disse.
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