Quinta, 05 de Fevereiro de 2026
Política Eleições 2022

Citado para o Planalto, Rui diz que é cedo para tratar de nomes para eleição

De acordo com o governador, uma decisão como essa passa pela aprovação da primeira-dama, Alice Peixoto, que apresenta reticência com a permanência dele na política.

02/05/2019 16h00 Atualizada há 7 anos
Por: Redação
Foto: Reprodução
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O governador Rui Costa (PT) rechaçou a ideia de discutir nomes para a eleição presidencial de 2022, após o próprio petista ser citado como um eventual candidato ao Palácio do Planalto no próximo pleito. “Não quero nem cogitar essa hipótese. Meu foco é trabalhar na Bahia, fazer com que a gente siga sendo uma exceção”, garantiu Rui.

“Acho que para presidente está muito longe. Nesse momento, não precisamos de debate de nomes para presidente”, desconversou o governador nesta quinta-feira (2), durante a assinatura da ordem de serviço para obras de pavimentação em 20 municípios.

De acordo com o governador, uma decisão como essa passa pela aprovação da primeira-dama, Alice Peixoto, que apresenta reticência com a permanência dele na política. “É um apelo que ela faz para que eu vá cuidar da família, que eu saia da política para cuidar da família. Toda vez que ela ouve a possibilidade de eu ocupar qualquer outro cargo ela diz que não vai deixar mais”, afirmou Rui, em tom de brincadeira.

No entanto, alguns aliados já começam a avaliar como positiva uma candidatura de Rui à Presidência da República, a exemplo do senador Otto Alencar (PSD).

ELEIÇÕES 2020 - Tendo como gancho a discussão sobre o nome dele para 2022, o governador disse ainda que é prematuro até mesmo uma discussão sobre as eleições de 2020, quando os municípios elegem prefeitos e vereadores. “Acho que não é o momento de discutir. Tenho defendido isso de forma muito clara, acho que não é momento sequer de cogitar nome sequer para prefeito. No final desse ano ou início do ano que vem é um bom momento para se debater nomes para disputar a eleição em outubro”, defendeu Rui.

Segundo ele, nessa fase atual, os postulantes a cargos devem “perceber qual a ansiedade, qual o desejo, e quais são as urgências que o povo precisa”. “Tenho repetido de forma insistente, o que na minha opinião é o fundamental, essa aproximação com a população, para ouvir deles as necessidades e as urgências”, completou o petista em entrevista ao site Bahia Notícias.

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