O Estado da Bahia foi obrigado pela Justiça a instalar bloqueadores de telecomunicações no Presídio de Paulo Afonso e a dar manutenção com frequência. A medida visa coibir a utilização de aparelhos celulares, GPS, Wi-Fi e telefones sem fio por detentos no interior do estabelecimento prisional. A ação foi movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e foi acatada pelo juiz pelo juiz Cláudio Pantoja. O bloqueio deve alcançar qualquer sinal que permita a comunicação de voz e dados, inclusive em redes 2G, 3G e 4G.
O Estado tem 60 dias para instalar e enviar ao MP relatório que ateste o bom funcionamento dos bloqueadores. Segundo a ação, os muros da unidade prisional não têm altura suficiente para impedir o arremesso de objetos proibidos e os procedimentos de revista e fiscalização têm falhado no objetivo de evitar a entrada de drogas, armas e aparelhos telefônicos no presídio. Segundo os promotores, celulares têm sido utilizados por membros de organizações criminosas para organizar e ordenar ações criminosas de dentro do presídio.
Feira de Santana Justiça condena família a pagar mais de R$ 1 milhão por manter mulher em condições análogas à escravidão por 42 anos
Feira de Santana Tecnologia revoluciona acesso a shows e grandes eventos em Feira de Santana
Feira de Santana TRF1 mantém decisão que absolve José Ronaldo em caso de improbidade administrativa
Feira de Santana Estado cede terreno para construção de policlínica em Feira de Santana
BA Candeias: Centro POP realiza palestra educativa sobre prevenção de hepatites virais para pessoas em situação de rua