O presidente Jair Bolsonaro recebeu, pela terceira vez, na noite de sexta-feira (2), o subprocurador-geral da República Augusto Aras. O encontro não constou da agenda oficial do presidente, divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
Apesar de não integrar a lista tríplice com as indicações da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) para o cargo de procurador-geral da República (PGR), Aras é cotado para o posto.
Não há a obrigatoriedade de o presidente da República indicar um dos integrantes da lista eleita pela ANPR. Nos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva e também nos dois de Dilma Rousseff, o escolhido para a PGR foi o primeiro da lista.
Antes do encontro de sexta, Bolsonaro já havia recebido Augusto Aras em outras duas ocasiões: a primeira, em maio, antes mesmo de o presidente receber a lista tríplice da ANPR; e a segunda no dia 24 de julho, em encontro que também não constou da agenda oficial do presidente.
Aras faz parte do Ministério Público desde 1987 e define-se publicamente como conservador. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em abril, afirmou ser crítico da lista tríplice por entender que uma eleição interna para escolha do procurador reproduz os vícios da política partidária.
No último dia 20, o presidente afirmou que pretende anunciar até o dia 17 de agosto o nome do novo PGR.
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