O governo conta com um placar apertado na Comissão de Relações Exteriores do Senado pela aprovação do nome de Eduardo Bolsonaro (PSL) como embaixador do Brasil em Washington, nos Estados Unidos.
A comissão é responsável pela sabatina ao indicado do presidente, além de votar pela aprovação ou não do seu nome. Independente do resultado, a votação no colegiado precisa ser confirmada em plenário.
Segundo reportagem do jornal Estado de Minas, o governo já enfrenta cinco votos contrários. São eles os de Jaques Wagner (PT), Renilde Bulhões (Pros-AL), Kátia Abreu (PDT-TO), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Marcos do Val (Cidadania-ES).
O senador Otto Alencar (PSD) foi um dos primeiros a externar seu voto: ele se colocará contra a indicação.
Já o outro baiano que faz parte da comissão, Angelo Coronel (PSD), voltou a não descartar votar a favor do governo, em entrevista à Veja nesta quarta-feira (17).
“Ser filho do presidente, falar inglês, fazer hambúrguer e ser amigo da família Trump não são predicados pra assumir importante cargo em detrimento de outros nomes de carreira, gabaritados. Ele terá que mostrar o seu currículo e sua capacidade pra sua indicação ser aprovada. Está parecendo capricho do pai querendo agradar o filho”, avaliou.
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