Com a proximidade das festas juninas, o presidente da Federação dos Consórcios Públicos da Bahia (FEC) e prefeito de Capim Grosso, Sivaldo Rios, acendeu um alerta sobre a inflação nos custos dos eventos.
Em coletiva de imprensa, durante evento na UPB, nesta terça-feira, 20, o gestor defendeu uma união estratégica entre as prefeituras baianas para negociar valores mais justos com as grandes atrações para o São João da Bahia.
“O artista que foi R$ 200 mil o ano passado, já estão pedindo R$ 450 a R$ 500 mil. Qual o cálculo que fez isso? Se todo mundo fizer um entendimento, um acordo, eu acho que eles vão ter que tocar no estado também”, questionou Rios. Festa X infraestrutura Um dos pontos centrais da fala de Sivaldo foi a responsabilidade fiscal. Ele destacou que, embora o São João na Bahia seja um dos principais motores cultural e econômico para os municípios, as festas esbarram nas necessidades básicas da população.
“Todo mundo aqui quer o melhor, quer o Safadão, quer o Henrique e Juliano, mas na maioria das cidades falta pavimentação. Queremos enfrentar o problema para resolver”, afirmou.
O presidente da FEC reforçou que o entusiasmo com os festejos não deve ultrapassar o teto de gastos das prefeituras. União entre os municípios A proposta de unificação das contratações por meio dos consórcios públicos, segundo Rios, busca criar um modelo de gestão mais eficiente, que possa servir de referência para outros estados da região.
“A gente vai estar dando um exemplo para o Nordeste. Estamos fazendo aqui um momento único, momento de pensar na economia”, destacou. Ao defender o equilíbrio, Sivaldo Rios disse: “Todos nós gostamos de festa, mas o que não se pode é perder o limite”.
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