A Prefeitura de Maraú, no baixo sul da Bahia, publicou um decreto que proíbe a cobrança de consumação mínima por barracas de praia instaladas no município. A medida, oficializada no Diário Oficial na última terça-feira (13), garante aos frequentadores o uso de estruturas como mesas, cadeiras e guarda-sóis sem a obrigatoriedade de compra de alimentos ou bebidas.
Com a nova regra, os equipamentos disponibilizados pelas barracas poderão ser utilizados mediante pagamento apenas do valor de aluguel, caso exista, sem qualquer imposição de consumo. O decreto também impede a cobrança de taxas, multas ou valores compulsórios como condição para permanência ou utilização desses itens na faixa de areia.
A decisão da administração municipal foi motivada por registros de conflitos entre comerciantes e turistas em praias brasileiras, envolvendo disputas sobre a cobrança pelo uso de estruturas. Um episódio recente ocorreu em Porto de Galinhas, em Pernambuco, onde visitantes foram agredidos após questionarem a exigência de pagamento para utilizar cadeiras de praia.
Segundo o decreto, a ocupação da faixa de areia por barracas, quiosques e estruturas comerciais ocorre por meio de autorização administrativa temporária e não pode restringir o acesso público nem caracterizar a privatização de um espaço que é de uso coletivo.
BA Eleições 2026: cerca de 120 mil passagens gratuitas foram emitidas
BA Primeira-dama de Jequié é exonerada após postagem contra eleitores de Lula
Nahia TRE da Bahia revoga prisão de secretário de Transporte de Salvador após retenção de ônibus
Bahia Bahia emite quase 20 mil passagens gratuitas para eleitores
Bahia Governo pode beneficiar 636 mil MEIs na Bahia com perdão de dívidas e aumento do teto
BA Estaduais suspendem aulas devido ao 2º turno das Eleições 2026