A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deu aval, nesta quarta-feira, ao texto-base do novo Código Eleitoral, por 20 votos a 6, após divergências sobre a redação final do projeto.
A proposta, que está em análise no Congresso desde 2021, ainda precisa ser apreciada pelo plenário do Senado, aprovada pela Câmara dos Deputados e sancionada até outubro para ter validade nas eleições de 2026. Entre os pontos adicionados após a votação, está um destaque sugerido pela oposição que autoriza o voto impresso — medida polêmica que já foi discutida em anos anteriores, mas nunca chegou a consenso.
A sessão da CCJ foi marcada por discordâncias e manifestações da bancada feminina do Senado, que divergiu do substitutivo apresentado pelo relator, o senador Marcelo Castro (MDB-PI). Ele substituiu a cota de 30% de candidaturas femininas, permitindo que as vagas fiquem em aberto caso o partido não consiga atingir o percentual, por uma reserva de 20% das cadeiras no legislativo municipal, estadual, distrital e federal — a exceção se aplica justamente ao Senado.
Outros pontos do texto:
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