A imprensa oficial iraniana divulgou neste domingo (15) que os ataques realizados por Israel causaram 224 mortes no Irã, sendo 90% das vítimas civis. O bombardeio teve início na noite de quinta-feira (12), segundo o horário de Brasília, com alvos ligados ao programa nuclear iraniano e a lideranças militares, conforme informou o governo israelense.
Em resposta, o Irã declarou que a retaliação de Teerã faria com que “Israel se arrependa de seu ato tolo”. Logo após, Tel Aviv foi atingida por mais de 100 drones lançados pelo regime iraniano, ampliando o conflito entre os dois países. Desde então, Israel registrou 14 mortes e 390 feridos.
A hostilidade entre os dois países é antiga, marcada por disputas ideológicas e religiosas, além da busca por poder regional. Enquanto Teerã acusa Tel Aviv de violações contra os palestinos, Israel vê o Irã como uma ameaça contínua à sua segurança e à estabilidade global.
O governo israelense afirma que o Irã está próximo de adquirir armamento nuclear e já possui urânio suficiente para fabricar até nove bombas, parte enriquecida nos últimos três meses. O premiê Netanyahu declarou que “não permitirá que o Irã obtenha armas de destruição em massa”, garantindo que defenderá sua nação com todos os recursos disponíveis.
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