A nova decisão do Afoxé Filhos de Gandhy gerou forte repercussão entre seus associados, ao emitir um comunicado informando que apenas pessoas do sexo masculino cisgênero poderão participar do bloco.
A decisão foi questionada pela comunidade LGBTQIA+, que recebeu diversas denúncias sobre a exclusão de homens trans. Nas redes sociais, comentários de repudio tomaram conta do perfil do tradicional bloco carnavalesco.
“É inadmissível que, em pleno 2025, um bloco com tanta história e representatividade como os Filhos de Gandhy pratique transfobia ao excluir homens trans. A justificativa de ‘tradição’ não pode ser usada para violar direitos e desrespeitar identidades”, disse um internauta.
“Por que homens trans não podem estar no Afoxé? O bloco teve origem da segregação e estratificação de pessoas? Que decepção”, escreveu outro.
Justificativa
O bloco justificou sua postura com base no artigo 5º do seu Estatuto Social, que estabelece que “só poderão ingressar na Associação pessoas do sexo masculino cisgênero”, excluindo, assim, a participação de homens trans no desfile.
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