Quinta, 14 de Maio de 2026
Bahia BA

Desemprego na Bahia fica em 9,2% no 1º trimestre, menor em 15 anos

Salvador registrou taxa de desocupação de 10,2% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados do IBGE

14/05/2026 11h04
Por: Redação
Desemprego na Bahia fica em 9,2% no 1º trimestre, menor em 15 anos

A taxa de desocupação na Bahia ficou em 9,2% no primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de representar um aumento em relação ao último trimestre de 2025, quando o índice era de 8,0%, o resultado é o menor já registrado para um primeiro trimestre em 15 anos da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012.

Mesmo com a melhora em relação aos anos anteriores para o mesmo período, a Bahia ainda aparece entre os estados com maiores taxas de desemprego do país. O índice baiano foi o segundo mais alto entre as 27 unidades da Federação, ficando atrás apenas do Amapá (10,0%) e empatado com Pernambuco (9,2%) e Alagoas (9,2%).

A taxa também permanece acima da média nacional, que chegou a 6,1% no primeiro trimestre de 2026. O menor índice do Brasil foi registrado em Santa Catarina, com 2,7%, mesmo após leve alta em relação ao final de 2025.

Salvador lidera desemprego entre capitais

Na capital baiana, o cenário é mais preocupante. Salvador registrou taxa de desocupação de 10,2% no primeiro trimestre deste ano, acima da média do estado.

O índice também subiu em relação ao trimestre anterior (8,2%) e ao mesmo período de 2025 (9,3%). Com esse resultado, Salvador voltou a ocupar a primeira posição no ranking de maior taxa de desemprego entre as capitais brasileiras, depois de ter encerrado 2025 em quarto lugar.

Região Metropolitana tem a maior taxa entre as regiões pesquisadas

Na Região Metropolitana de Salvador (RMS), o desemprego foi ainda maior. A taxa chegou a 11,2% no primeiro trimestre de 2026, superando tanto o último trimestre de 2025 (9,5%) quanto o primeiro trimestre do ano passado (9,9%).

Com isso, a RMS permanece com a maior taxa de desocupação entre as 21 regiões metropolitanas analisadas pelo IBGE.

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