O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Leandro Grass, declarou que não havia indicativos de riscos emergenciais no teto da Igreja São Francisco de Assis, que desabou no bairro do Pelourinho, em Salvador, na última quarta-feira (5). Antes do acidente, o prédio passou por algumas reformas. No entanto, segundo o presidente o instituto, nenhuma delas identificou riscos à estrutura.
“Esse documento chegou pelo protocolo na segunda-feira, o nosso superintendente o recebeu na terça pela equipe técnica e agendou a vistoria, agendou a vistoria para quinta-feira. O documento é padrão, nele estava a identificação de um problema no teto, mas sem indicativo de urgência. Tanto que isso fluiu pelo padrão administrativo que a gente adota, protocolar, não foi feito nenhum tipo de comunicado emergencial. Caso contrário, obviamente, não só nós, mas a prefeitura estaria aqui. Mas esse é o processo. Talvez nem a própria comunidade tivesse compreensão do que estava acontecendo, do que poderia vir a acontecer. Portanto, a gente procedeu administrativamente, protocolarmente com aquilo que nos cabe”, declarou o presidente.
O gestor também comentou que a Bahia possui várias obras emergenciais em andamento, como não era o caso da Igreja São Franscisco de Assis, ela seguiu o fluxo normal de atuação do órgão. “Aqui na Bahia a gente tem várias obras emergenciais em andamento, por outro lado, a gente segue o fluxo normal quando não há emergência, então esse é o caso, a gente estava com o projeto contratado pela lei de licitações, tudo acontecendo, com o recurso empenhado, a empresa já trabalhando. E aí tivemos essa tragédia lamentável”, declarou.
Por Metro1
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