No primeiro mês de 2025, o custo da cesta básica aumentou em 13 das 17 capitais onde o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. A elevação mais alta foi registrada em Salvador, com 6,22% de reajuste. Apesar da capital baiana figurar como campeã no percentual, a cidade não possui a cesta básica mais cara do país.
São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 851,82), seguida por Florianópolis (R$ 808,75), Rio de Janeiro (R$ 802,88) e Porto Alegre (R$ 770,63). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 571,43), Recife (R$ 598,72) e João Pessoa (R$ 618,64).
O preço da cesta básica em Salvador, em janeiro de 2025, chegou a R$ 620,23. Na comparação com janeiro de 2024, o valor aumentou 4,55%. Entre dezembro de 2024 e janeiro de 2025, nove produtos que compõem a cesta básica tiveram alta nos preços médios. Entre os vilôes estão o tomate (50,47%), café em pó (15,05%), banana (5,31%), manteiga (4,87%), carne bovina de primeira (2,11%), farinha de mandioca (1,39%), pão francês (0,84%), óleo de soja (0,63%) e leite integral (0,28%).
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