Um grupo de participantes se recusou a realizar a prova do concurso para a área de saúde da prefeitura de Salvador no último domingo (17). Em vídeos que circulam nas redes sociais, o grupo alegou que o envelope com as provas estava aberto.
A situação foi registrada em uma das salas da Faculdade de Educação da UFBA, no bairro do Canela. “A prova chegou aberta na sala. No momento que o fiscal foi conferir o lacre, a prova estava aberta. Todos os alunos se sentiram inseguros, coagidos a todo momento pela coordenação em querer que a gente se retirasse da sala. Queremos que nossos direitos sejam defendidos”, disse uma participante.
O grupo chegou a registrar um boletim de ocorrência na Delegacia Territorial dos Barris contra fraude em concurso. Segundo a Polícia Civil, dez candidatos compareceram à unidade policial. “Ao receberem o pacote de provas, perceberam que ele já estava aberto. Diante do ocorrido, os candidatos se recusaram a realizar a avaliação e formalizaram a denúncia”, detalhou a corporação ao afirmar que a denúncia será investigada.
Apesar da denúncia, o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), responsável pela aplicação do certame, negou o caso. Em nota enviada à imprensa, a banca afirmou que "os próprios candidatos confirmaram e registraram em ata que não havia qualquer violação ou rasura no envelope. Todos assinaram o documento atestando a integridade do material”.
Segundo o Idecan, apenas 25 pessoas decidiram deixar a prova, que contou com a participação de aproximadamente 10 mil concorrentes aos cargos da área da saúde.
BA Apostador da Bahia ganha mais de R$ 3 milhões na Lotofácil
BA Prefeitura de Porto Seguro estoura teto e contrata dupla sertaneja por R$ 905 mil
BA Jerônimo Rodrigues anuncia investimentos em saúde no interior da Bahia
Bahia Justiça mantém tornozeleira eletrônica de filho de vereadora acusado de atropelar corredor em Salvador
BA Desemprego na Bahia fica em 9,2% no 1º trimestre, menor em 15 anos
BA MP-BA pede suspensão de shows no São João de Paramirim por suspeita de superfaturamento