O jogador iraniano Amir Nasr-Azadani, 26 anos, foi condenado à morte nesta segunda-feira (12) após participar de manifestações pelos direitos das mulheres no país. Ele é acusado, juntamente com outros oito homens, pela morte de três policiais durante os protestos que ocorrem no Irã.
Ele também é acusado de traição pelas autoridades iranianas, que alegam que o atleta faz parte de um "grupo armado e organizado que tem a intenção de atacar a República Islâmica do Irã". Azadani está preso desde 27 de novembro, dois dias após a morte dos policiais.
A Federação Internacional dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro) se manifestou nas redes sociais dizendo estar "chocada e enojada com relatos de que o jogador de futebol profissional Amir Nasr-Azadani pode ser executado no Irã depois de fazer campanha pelos direitos das mulheres e pela liberdade básica em seu país" e pedindo a "remoção imediata de sua punição".
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