O governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) decretou sigilo de 100 anos as visitas recebidas pela primeira-dama Michelle Bolsonaro no Palácio da Alvorada.
Segundo o jornal Estado de S. Paulo, também foram consideradas informações sigilosas: a prisão do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho no Paraguai e a carteira de vacinação do presidente da República.
A alegação para se pôr em sigilo foi de que os documentos continham informações pessoais. “É o governo da opacidade generalizada”, disse a gerente de projetos da Transparência Brasil, Marina Atoji, em entrevista ao diário paulista. ”São coisas que o governo não gostaria de mostrar", acrescentou.
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