Cria do bairro de Fazenda Coutos, o baiano Danilo dos Santos, de 21 anos, um dos convocados pelo técnico Tite para a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2022, começou a jogar futebol aos sete anos. Dispensado pelo Esporte Clube Bahia após um período na categoria de base, Danilo foi abraçado pela escolinha de futebol do Instituto Manassés, a partir da qual conquistou uma nova chance no esporte junto ao Cajazeiras Esporte Clube, time que descobriu seu talento e o profissionalizou.
A escolinha da Manassés que formou Danilo fica, até hoje, localizada justamente em frente à casa dele. O jogador passou a integrar o projeto social quando tinha 14 anos.
Hoje o Cajazeiras Esporte Clube não é mais o grupo que cuida da carreira do atleta, mas ainda tem um percentual de 20% do passe do jogador que está avaliado em 20 milhões de euros.
“Ele ficava treinando no campo de terra batida do projeto social. Foi onde vimos que ele tinha potencial, levamos ele para o nosso time que é o Cajazeiras, profissionalizamos e oferecemos uma oportunidade para jogar a segunda divisão estadual do campeonato baiano e lá ele se destacou. Daí surgiu o interesse do Palmeiras, ele acabou crescendo, foi escalado para o profissional, estreou no campeonato paulista, foi campeão da libertadores duas vezes, o terceiro melhor jogador do campeonato mundial e agora com 21 anos ele está convocado para a seleção brasileira. É um orgulho nosso, uma sensação de dever cumprido“, explica Felipe Manassés, presidente do Instituto Manassés e do Cajazeiras Esporte Clube.
Esportes Fluminense de Feira volta a vencer o SSA FC e é campeão da Série B do Baiano
Esporte Seleção da Argentina é alvo de investigação da Fifa por manifestações políticas e violentas na Copa do Mundo
Esportes Neymar vai aposentar? Jogador e Santos vivem crise interna
Esportes Haaland responde postagem do Bahia e movimenta torcida nas redes sociais
Esportes Reino Unido pede investigação após jogadores argentinos exibirem faixa escrito “As Malvinas são argentinas”
Esporte Semifinais da Copa reúnem quatro seleções campeãs mundiais pela primeira vez após 36 anos