O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a diminuir a candidatura do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (Podemos), à presidência da República nas eleições deste ano. Em entrevista ao jornal italiano II Manifesto, publicada nesta terça-feira (15), o petista afirmou que o povo está cansado de “promessas vazias” e que as ilegalidades do ex-juiz arruinaram a imagem do judiciário e, por isso, seus setores mais sérios “não permitirão que se repita a partidarização” que houve nas eleições de 2018.
“Moro terá o direito de ser candidato livre, o que me negou em 2018. Se ele tem um projeto para o país, que o apresente, desta vez sem se esconder atrás de uma toga. Mas as pessoas não estão interessadas em promessas vazias, porque o que está vazio agora é o prato e a geladeira dos brasileiros.[…] Quanto ao judiciário, tudo me diz que seus setores mais sérios e democráticos não permitirão que se repita a partidarização de 2018. As ilegalidades de Moro e da Lava Jato arruinaram muito a imagem do judiciário. De fato, Moro usou o judiciário para se tornar o superministro de Bolsonaro. E passou a atacar a própria Justiça. Devemos estar atentos, através da própria opinião pública internacional, mas o Tribunal Constitucional já deixou claro que não permitirá que as eleições sejam novamente fraudadas”, concluiu Lula.
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