Após uma série de cobranças sobre a realização do carnaval em 2022, o governador da Bahia, Rui Costa, rebateu afirmando que não aceita cobranças e nem “ultimato de ninguém” quando se trata de vida humana. O gestor diz ainda reconhecer as necessidades dos empreenderes que trabalham na festa momesca, mas que não pode ter como balizador único o interesse do empresário.
“Eu não aceito ultimato de ninguém quando se trata de vida humana, e quero que isso fique bem claro. Não aceito e não aceitarei ultimato de ninguém, tá certo? Reconheço a legitimidade de quem é investidor, de quem tem no carnaval sua atividade econômica que gera um resultado positivo de 5, 10, 15 milhões […] Eu respeito isso, acho que faz parte da atividade econômica da Bahia gerando emprego e renda. Respeito tudo isso, mas do outro lado eu tenho 15 milhões de pessoas que preciso cuidar da saúde delas”, disse o governador nesta quarta-feira (10) durante entrega reforma do Hospital Ana Nery, em Salvador.
Em seu discurso, Rui enfatizou ainda que com um mês organiza o Carnaval “para o povão”, rebatendo o prefeito da cidade, Bruno Reis, que, na última terça-feira (9), cobrou uma decisão do governo sob a justificativa que “não dá para decidir em cima da hora“.
A Comissão Especial de Acompanhamento da Retomada dos Eventos da Câmara Municipal de Salvador (CMS) também tem solicitado uma decisão breve sobre o rumo da festa. Nesta semana, ela estabeleceu um prazo de cinco dias para que ambos gestores deliberem sobre o evento.
Entretenimento Filhos de Faustão e Luciano Huck se encontram e movimentam as redes
Entretenimento ‘O Diabo Veste Prada 2’ peca em reciclar roteiro, mas consegue surpreender
Entretenimento Bienal do Livro Bahia recebe debate sobre biblioterapia e escrita terapêutica
Entretenimento Ivete Sangalo é flagrada de mãos dadas com empresário em praia
Entretenimento Rock in Rio 2026 anuncia atrações com foco em bandas de rock
Televisão Babu Santana diz que pós-BBB 26 tem sido ‘traumático’ e admite erros