Na madrugada do dia 20 de outubro de 1991, Nigel Mansell perdia o controle da sua Williams e rodava na caixa de brita no Grande Prêmio do Japão. A barbeiragem do inglês o tirava da disputa e dava matematicamente ao brasileiro Ayrton Senna seu terceiro título mundial de Fórmula 1.
Então com 31 anos, no auge da carreira, não dava para imaginar que aquele seria a última conquista de Senna na principal categoria mundial do automobilismo — e consequentemente também do Brasil, que nos anos seguintes chegaria três vezes ao vice-campeonato (duas com Rubens Barrichello, 2002 e 2004, e uma com Felipe Massa, em 2008). Em 1994, Senna morreria em um acidente fatal, na curva Tamburello, no GP de San Marino, no dia 1º de maio.
Há exatos 30 anos, a bordo da McLaren-Honda, Senna conquistaria sete vitórias, sendo quatro nas primeiras quatro corridas do ano, até então um recorde. Mansell ficou com o vice-campeonato e a McLaren ainda faturou o título de construtores, com os pontos somados da dupla Senna e o austríaco Gerhard Berger.
O título de 1991 também marcou o último de um piloto com o câmbio manual. A partir de 1992, todos os campeões teriam câmbio automático nos volantes para a troca de marchas.
Mate as saudades vendo a última volta do GP de Suzuka, no Japão, quando Senna dá a vitória ao compaheiro Berger e sagra-se tricampeão mundial:
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