O secretário de Saúde Fábio Vilas-Boas acredita que são poucas as chances de ter réveillon na Bahia. Em entrevista para o jornal A Tarde, o secretário disse que a realização de festas de grande porte vai depender do ritmo da vacinação.
“Réveillon eu particularmente não acredito que seja possível. Vai depender muito da velocidade da vacinação. A gente tem visto o Ministério avançar e recuar várias vezes, a gente não tem um cronograma, um calendário vacinal confiável”, afirmou Vilas-Boas.
Já sobre o carnaval, o secretário voltou a pregar cautela. “Eu acho que o carnaval ainda é cedo para se tomar uma decisão […] Talvez só 60 dias antes vamos ter condições claras de definir alguma coisa sobre o réveillon e o carnaval”, opinou.
Ainda sobre o carnaval, Vilas-Boas descorda da sugestão do secretário de Saúde de Salvador Leo Prates, em priorizar a festa de forma indoor, ou seja, em ambientes fechados. “A última coisa que a gente quer é um carnaval entre quatro paredes, num salão. O contágio vai ser muito maior. Se tiver que ter carnaval, tem que ser na rua mesmo, ao ar livre, ventilado, sem camarote do lado do mar para que o vento da praia venha e espalhe, dilua o número de partículas virais. Um carnaval tem que partir desse princípio básico de ser num lugar extremamente ventilado e com poucas pessoas por metro quadrado. Jamais indoor”, pontuou.
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