No lema informal de campanha à Presidência, o candidato Jair Bolsonaro (sem partido) repetiu à exaustão que "a bandeira do Brasil jamais será vermelha". A referência era aos partidos de esquerda e movimentos comunistas que historicamente adotam tal cor como identificação.
Ironicamente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (29) o reajuste na bandeira tarifária vermelha patamar 2 - cobrança adicional aplicada às contas de luz realizada quando aumenta o custo de produção de energia. A cobrança extra passou de R$ 6,24 para R$ 9,49 a cada 100 kWh consumidos – ou seja, alta de 52%.
O novo valor entra em vigor a partir de julho (mês que começa esta semana). O reajuste contrariou a área técnica da própria Aneel. A agência havia recomendado uma alta de R$ 11,50 a cada 100 kWh consumidos.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fez um pronunciamento na televisão na última segunda-feira (28) e pediu ao país uso "consciente e responsável" de água e energia. A última crise de energia elétrica no país foi em 2001, com racionamento durante o segundo mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso.
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