O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, foi afastado por 30 dias do cargo após decisão do Conselho de Ética da entidade, neste domingo. O motivo da ação, foi a revelação de uma denúncia de assédio sexual e moral feita por uma funcionária da CBF publicada pelo Globo Esporte.
Quem assume durante o período é o vice mais velho, Antônio Carlos Nunes. Uma reunião entre os diretores e vice-presidentes foi convocada para a manhã de segunda-feira (7), no Rio de Janeiro. Segundo informações do GE, Caboclo foi pressionado por patrocinadores e outros dirigentes da confederação, e agora vai focar em sua defesa.
Além da denúncia, o dirigente enfrenta problemas com a comissão técnica da seleção brasileira, que ameaça não jogar a Copa América que foi anunciada no Brasil de última hora. Tite e os jogadores prometem se manifestar na terça (8) sobre a realização do torneio no país, após o jogo contra o Paraguai válido pelas eliminatórias.
Assédio
No documento, a funcionária conta que os episódios de assédio ocorreram desde abril do ano passado, diz ainda ter provas de todos os fatos narrados.
Na denúncia, a ela detalha o dia em que o dirigente, após sucessivos comportamentos abusivos, perguntou se ela se “masturbava”. Entre outros episódios de extrema gravidade, a funcionária revelou também que Caboclo tentou forçá-la a comer um biscoito de cachorro, chamando-a de “cadela”.
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