Quarta, 18 de Março de 2026
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Bruno Reis afirma que consórcio de prefeitos prevê compra de 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19

O prefeito reforçou também que as cidades estão fazendo esforços além das suas atribuições, já que a responsabilidade pela compra dos imunizantes é do governo federal

24/03/2021 13h11
Por: Redação
Bruno Reis afirma que consórcio de prefeitos prevê compra de 20 milhões de doses da vacina contra Covid-19

O prefeito Bruno Reis (DEM), revelou hoje (24) em uma transmissão ao vivo, que a meta inicial estabelecida pelo consórcio de gestores municipais é a aquisição de 20 milhões de vacinas contra a Covid-19 para as 2.200 cidades que pretendem ingressar no grupo. Ele reforçou também que as cidades estão fazendo esforços além das suas atribuições, já que a responsabilidade pela compra dos imunizantes é do governo federal.

"Na nossa reunião de segunda-feira (24), quando implantamos o consórcio, nós falávamos em uma meta inicial de aquisição de 20 milhões de doses para estes municípios. São 2.200 municípios que desejam ingressar no consórcio. Destes, 1.192 já tinham autorização da câmara municipal", informou o prefeito.

A Prefeitura de Salvador formalizou, nesta segunda-feira (22), a entrada do município no Conectar – Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras, através da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), medida que viabiliza uma aquisição direta de vacinas contra a Covid-19.

De acordo com Bruno Reis, a preocupação maior dos prefeitos é a compra de vacinas para até o mês de julho, período onde a previsão de chegada de novos lotes do imunizante do coronavírus está escassa. "O entendimento de todos é que o problema maior está até julho. Porque, de acordo com números indicados pelo ministério da saúde, a partir de julho, a gente vai começar a ter uma regularidade nas vacinas e em doses maiores", explicou.
 
O prefeito criticou o fato da responsabilidade do governo federal ter que ser assumida pelos municípios, que já se ocupam da parte mais complexa da vacinação: a organização da ação. "O governo federal fornece a vacina, o governo do estado distribui e os municípios aplicam. Quem tem maiores atribuições, somos nós aqui na ponta porque temos que montar equipes, toda a logística, os insumos - seringas agulhas, caixas térmicas para transportar, veículos… Então não era atribuição nossa comprar a vacina", afirmou.

Todas as vacinas compradas a partir do consórcio para Salvador ficarão na capital para acelerar o processo de vacinação. "Não vão para o PNI para serem distribuídas ao Brasil", reforçou Reis.

 

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