Juazeirense e Sport fizeram um jogo no Estádio Adauto Moraes recheado de polêmicas como sumiço de gandulas, sistema de irrigação do gramado ligado durante o segundo tempo, além do apagão dos refletores que causaram o encerramento antes do apito final. Na noite desta quarta-feira (10), o Cancão de Fogo bateu o Leão do Recife por 3 a 2, pela primeira fase da Copa do Brasil. O diretor do clube pernambucano, Augusto Caldas, acusou a diretoria baiana por causar os incidentes propositadamente.
"Nós estamos incrédulos com tudo que está acontecendo aqui hoje. A partir do momento que a Juazeirense virou o jogo começou a água para dentro do campo pela parte de drenagem e irrigação. Depois um jogador teve um choque pelo alto e chama a ambulância, que entrou de uma forma louca e para o jogo novamente. E depois começou o apaga apaga de luz. Uma coisa absurda que a gente não via há mais de 30, 40 anos. Isso não é futebol, isso é uma apelação. Como é que a Juazeirense usa esse tipo de expediente para ganhar o jogo? Isso é vergonhoso. Ele já é reincidente, fez isso com o Vasco. Isso é um absurdo", disparou em entrevista ao canal SporTV. "O goleiro deles, Rodrigo (Calaça), me pegou ali quando eu saí para conversar com meu treinador e me disse: "Me desculpe. A gente não compartilha com esse tipo de comportamento, isso é coisa do diretor e do presidente". Isso é uma coisa acintosa, vergonhosa. O futebol brasileiro não precisa disso. A gente fica estarrecido como isso acontece no futebol brasileiro. Vergonha é a palavra", completou.
Após abrir o placar e depois sofrer a virada, o Cancão de Fogo conseguiu revirar o marcador aos 21 do segundo tempo com o zagueiro Dedé. Três minutos depois, o sistema de irrigação do gramado foi acionado. Aos 31, os gandulas sumiram e o lateral Patric precisou pular a placa de publicidade para buscar uma bola e no minuto seguinte, a irrigação foi novamente ligada. Aos 40, o autor do terceiro gol baiano acabou desmaiando após um choque numa disputa de bola aérea com o atacante Mikael, do Sport. A ambulância entrou em campo, mas terminou não sendo necessária, já que o médico do Cancão de Fogo conseguiu recuperar o atleta. Aos 46, o árbitro Ramon Abatti Abel deu 11 de acréscimo. Mas a energia do estádio caiu causando o primeiro apagão aos 50. Logo após o reinício do jogo, os refletores desligaram novamente e depois de muita espera e discussões, o juiz optou por encerrar a partida, já que o time pernambucano se recusou a entrar em campo novamente.
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