Condenado por estupro em primeira instância na Itália, o atacante Robinho voltou a negar que tenha cometido o crime, se comparou ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) e contou ter conversado com Neymar sobre o caso. As declarações foram dadas em entrevista ao canal Fox Sports.
Segundo Robinho, a relação sexual foi consensual e as acusações não são sustentadas por provas. "A imprensa colocou coisas deturpadas a meu respeito. Só que ninguém colocou que a menina pediu, no processo, R$ 3 milhões. Isso ninguém colocou", disse o atleta. "É muito difícil ela estar embriagada para não ter o ato, mas lembrar de todo mundo. Então, está meio fora de contexto essas histórias. Eu jamais dei um copo de bebida para essa garota, deixei de respeitar ou fiz alguma coisa sem o consentimento dela. Isso vocês podem ter certeza", disse.
O jogador ainda criticou a imprensa brasileira e se comparou ao presidente Jair Bolsonaro, a quem considera também ter sido acusado e julgado injustamente. "As pessoas estão me julgando e me atacando igual fazem com o Bolsonaro. Eu não entendo porque estão me atacando assim", criticou.
Robinho disse ter recebido total apoio do atacante Neymar, do PSG, que foi seu colega no Santos em 2010. "Me mandou mensagem. Não é um fato difícil de acontecer. Aconteceu com Neymar. Me deu apoio, se disponibilizou a me ajudar com as pessoas que ajudaram na inocência dele", disse Robinho, citando o caso envolvendo a modelo Najila Trindade.
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