A suposta jurista Cátia Raulino ainda não apresentou nenhum diploma que comprove suas titularidades acadêmicas no inquérito que apura o suposto plágio contra alunas e a falsificação de títulos, informou hoje (1º), ao Metro1, o delegado do caso, Antônio Carlos Magalhães Santos.
No dia 26 de agosto Cátia prestou depoimento no âmbito do inquérito policial, segundo Santos ela entregou somente “encartes de palestras” para demonstrar que nunca se apresentou como advogada, e documentos sobre a acusação de plágio. Para o delegado, os documentos não refutaram a acusação das alunas, no entanto, ainda estão em análise.
À suposta parecerista, foi dado o prazo de cinco dias para encaminhar à delegacia registros das formações que ela diz ter.
Nas redes sociais, Cátia Raulino se apresentava como doutora, mestra e bacharel em direito. ACM Santos diz que a investigação procura a confirmação, ou não, das titularidades junto as instituições em que ela afirma ter às obtido.
Na plataforma Lattes Cátia Regina Raulino dizia ter feito graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), mestra pela Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) e doutora pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). Procuradas pelo Metro1, as instituições negaram as titulações de Cátia.
Após a primeira publicação sobre o caso no Metro1, a investigada editou as referências da sua página no Lattes e desativou sua conta nas redes sociais, onde vendia cursos sobre “otimizar” a carreira jurídica.
Bahia TCM determina suspensão de contratos do São João de Irecê e questiona gastos de R$ 10,2 milhões
Bahia Rodovias baianas devem receber 600 mil veículos no feriado de Corpus Christi
BA A cada 29 segundos, uma mulher recebe medida protetiva no Brasil; Bahia é a 4ª no ranking
BA Gás de cozinha fica mais caro na Bahia após reajuste
BA Governo do estado anuncia apoio a festas juninas em 283 cidades baianas
BA Cidade baiana cancela São João 2026 após aumento de casos de dengue