O Tribunal Marítimo da Marinha do Brasil, no Rio de Janeiro, condenou hoje (20), em votação unânime, o engenheiro, o dono e a empresa responsáveis pela lancha Cavalo Marinho I, que naufragou na Baía de Todos-os-Santos em 24 de agosto de 2017, causando a morte de 20 pessoas - 19 delas no dia do acidente e uma no ano seguinte, por sofrer de depressão e estresse pós-traumático.
O julgamento, feito pelo juiz Nelson Cavalcante e Silva Filho, junto com um colegiado de sete pessoas, levou em conta fatores como: se o comandante executou da maneira correta a manobra de direção, se os cálculos para construir a embarcação estavam certos, se houve falha em algum equipamento ou se a lancha estava desgastada.
A corte considerou culpados Lívio Garcia Galvão Júnior, dono da CL Empreendimentos Eireli, proprietária da Cavalo Marinho I, e sócio-administrador da empresa armadora da lancha, além de Henrique José Caribé Ribeiro, o engenheiro e responsável técnico pelos planos da embarcação. A Justiça entenden que eles tinham conhecimento dos riscos que a lancha oferecia e, os condenou com as penas máximas. Já Osvaldo Coelho Barreto, marinheiro que comandava a o barco no episódio, não foi responsabilizado pelo acidente.
Bahia Governo da Bahia contrata empresa para reparos no Forte São Marcelo
BA Estudantes da rede estadual da Bahia têm até 4 de novembro para atualizar cadastro
BA Movimentos articulam nome de promotora negra Lívia Sant’Anna Vaz para o STF
BA Eleições 2026: cerca de 120 mil passagens gratuitas foram emitidas
BA Primeira-dama de Jequié é exonerada após postagem contra eleitores de Lula
Nahia TRE da Bahia revoga prisão de secretário de Transporte de Salvador após retenção de ônibus