Além de defender a reforma da Previdência e a aprovação do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, os grupos de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) que sairão hoje (26) às ruas em manifestação pretendem fazer críticas ao Centrão.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente do Movimento Avança Brasil, Eduardo Platon, afirmou que o bloco está "atrapalhando as reformas necessárias" e impedindo avanços do governo. Os grupos afirmam que o Centrão se tornou um "símbolo da velha política". O bloco reúne cerca de 230 dos 513 deputados e tem no seu núcleo duro partidos como DEM, PP, PL (ex-PR), PRB e Solidariedade.
Embora tenham adesão de vários grupos expressivos da direita, como o Consciência Patriótica, os protestos de hoje não terão a presença do Movimento Brasil Livre (MBL) e do Vem Pra Rua, que participaram dos atos a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Eles fazem críticas ao discurso "antipolítico" e "antirrepublicano" presente em algumas pautas dos atos.
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