O presidente Jair Bolsonaro (PSL), em sua primeira viagem oficial ao Nordeste, foi alvo de críticas dos governadores da região. Um deles foi o governador da Paraíba, João Azevedo (PSB), que declarou que “esperávamos que o presidente, chegando aqui no Nordeste, a exemplo do que acontecia anteriormente, trouxesse mais notícias boas. As notícias boas não foram tantas”.
Bolsonaro, que na ocasião anunciou um acréscimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Constitucional do Nordeste (FNE), também aproveitou para fazer um apelo para os governadores, grande maioria de oposição, pela aprovação do projeto de reforma da Previdência. "Faço um apelo aos senhores governadores do Nordeste. Temos um desafio que não é meu, mas também dos senhores, independente da questão partidária, que é a reforma da Previdência, sem a qual não podemos sonhar em colocar em prática parte do que estamos tratando aqui”, disse.
Outra crítica veio do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). “É um governo inerte no que se refere a políticas públicas. Quando rompe a inércia, rompe na direção errada. À exemplo desse desastrado decreto sobre armas”, declarou. O governador do Alagoas, Renan Filho (MDB), criticou a suposta falta de liderança do presidente. "Popularidade não se relaciona com dinheiro, mas com a capacidade de liderar”, apontou.
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