O presidente Jair Bolsonaro declarou, na manhã de hoje (18), que pediu uma perícia independente sobre a morte do miliciano e ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro Adriano da Nóbrega, de acor.
"Primeiro eu estou pedindo, já tomei as providência legais, que seja feita uma perícia independente, que sem isso você não tem como buscar até, quem sabe, quem matou a Marielle. A quem interessa não desvendar a morte da Marielle? Os mesmos a quem não interessa desvendar o caso Celso Daniel", afirmou o presidente, na saída do Palácio da Alvorada.
Foragido há mais de um ano, o miliciano foi morto durante uma operação policial no último dia 9 em um sítio na zona rural da cidade de Esplanada, na Bahia. Adriano da Nóbrega era suspeito de comandar o "Escritório do Crime", grupo criminoso que cometeu dezenas de homicídios.
De acordo com Bolsonaro, a perícia independente deve concluir se Adriano foi torturado e de que distância os disparos foram efetuados.
"Pelo que tudo indica, a própria revista 'Veja' fez, a 'Veja' ouviu peritos, e os peritos estão dizendo ali que, pelo que tudo indica, o tiro foi à queima roupa. Então, foi queima de arquivo. Interessa a quem a queima de arquivo? A mim? A mim, não. O que é mais grave agora?", disse Bolsonaro, em referência à reportagem publicada na última sexta-feira (14).
Fotos divulgadas pela revista "Veja" apontam que o miliciano teria sido morto por tiros disparos a curta distância, mas a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) contesta.
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