O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu prorrogar por mais um ano o afastamento de seis magistrados investigados na Operação Faroeste. Desembrgadores e juízes são suspeitos de participar do esquema de venda de sentenças em processos referentes à grilagem de terras no Oeste baiano. A decisão foi unânime.
Seguem afastados os desembargadores Gesivaldo Nascimento Britto, que exercia a Presidência do Tribunal de Justiça quando foi deflagrada a operação; José Olegário Monção Caldas, Maria da Graça Osório Pimentel Leal e Maria do Socorro Barreto Santiago. Estão afastados também os juízes Sérgio Humberto de Quadros Sampaio e Marivalda Almeida Moutinho.
O relator do processo no STJ, ministro Og Fernandes, considerou inadequado o retorno às atividades devido à possibilidade de gerar “instabilidade” e “desassossego” na jurisprudência do tribunal, segundo o Estado de S.Paulo. Por outro lado, foi indeferido o afastamento do juiz Márcio Reinaldo Miranda Braga e do assessor Antonio Roque Nacionendo Neves.
Os magistrados foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República em dezembro de 2019, pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Os desembargadores Gesivaldo Britto e Maria da Graça Osório são apontados como “uma das vias de disseminação da corrupção”, ao venderem decisões para legiitmação de terras na região oeste do estado.
Bahia TCM determina suspensão de contratos do São João de Irecê e questiona gastos de R$ 10,2 milhões
Bahia Rodovias baianas devem receber 600 mil veículos no feriado de Corpus Christi
BA A cada 29 segundos, uma mulher recebe medida protetiva no Brasil; Bahia é a 4ª no ranking
BA Gás de cozinha fica mais caro na Bahia após reajuste
BA Governo do estado anuncia apoio a festas juninas em 283 cidades baianas
BA Cidade baiana cancela São João 2026 após aumento de casos de dengue