O presidente da Câmara Municipal de Camaçari, Manoel Jorge de Almeida Curvelo, foi acionado pelo Ministério Público estadual em ação civil pública ajuizada esta semana.
O promotor de Justiça Everardo Yunes solicita que, em decisão liminar, a Justiça determine à Câmara de Vereadores a suspensão de contrato firmado este ano pelo parlamento com a empresa Larclean Saúde Ambiental Ltda. Segundo Yunes, há irregularidades no contrato, inclusive indícios de superfaturamento, que configuram atos de improbidade administrativa cometidos pelo presidente da Casa Legislativa e pela empresa.
Conforme a ação, foi firmado um contrato, com vigência até 31 de dezembro de 2019, no valor total de aproximadamente R$ 140 mil para prestação de serviços de desinsetização, desratização, descupinização e “afins” a serem executados nas áreas externa e interna da Câmara. O valor é quase 80 vezes maior que o valor gasto em 2018 (R$ 1,8 mil) para o mesmo tipo de serviço, que foi pouco superior às despesas de 2017 (R$ 1 mil).
Além disso, o promotor aponta que o contrato não traz os valores unitários, específicos por metro quadrado, cobrados para cada tipo de serviço, ainda que cada um deles requeira a utilização e aplicação de diferentes produtos.
BA Ministério da Saúde libera R$ 48 milhões para obras e equipamentos na Bahia
BA Governo Jerônimo marca novo leilão do antigo Centro de Convenções
BA Bolsa Presença: pagamento de maio é liberado para mais de 352 mil estudantes na Bahia
Bahia TCM determina suspensão de contratos do São João de Irecê e questiona gastos de R$ 10,2 milhões
Bahia Rodovias baianas devem receber 600 mil veículos no feriado de Corpus Christi
BA A cada 29 segundos, uma mulher recebe medida protetiva no Brasil; Bahia é a 4ª no ranking