Diante das manchas de óleo que apareceram em algumas praias de Salvador e em várias praias do Litoral Norte, o dermatologista Ricardo Pessoa de Sá orienta banhistas sobre os cuidados que se deve ter com a pele e com o sistema digestório. É preciso ficar atento às doenças ocasionadas pela contaminação com o material e saber como agir.
Segundo o especialista, o contato da pele com as substâncias presentes no petróleo, como o benzeno, tolueno e xileno, pode provocar dermatite alérgica de contato.
Os principais sintomas da reação alérgica são vermelhidão, coceira e bolhinhas d’água em alguns casos, a depender do tempo de exposição. Se o tempo de contato for prolongado, pode haver tonturas e enjoos, principalmente quando se trata de idosos e crianças, que têm a pele mais fina.
O procedimento a ser feito é sair logo do local contaminado e lavar a região do corpo com água e sabão. Geralmente, quando o petróleo fica na areia, ele fica mais concentrado e pegajoso. Nesse caso, ele gruda na pele e, para retirá-lo, é indicado passar alguma substância oleosa que pode ser óleo de cozinha ou de hidratação da pele.
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