Diante das manchas de óleo que apareceram em algumas praias de Salvador e em várias praias do Litoral Norte, o dermatologista Ricardo Pessoa de Sá orienta banhistas sobre os cuidados que se deve ter com a pele e com o sistema digestório. É preciso ficar atento às doenças ocasionadas pela contaminação com o material e saber como agir.
Segundo o especialista, o contato da pele com as substâncias presentes no petróleo, como o benzeno, tolueno e xileno, pode provocar dermatite alérgica de contato.
Os principais sintomas da reação alérgica são vermelhidão, coceira e bolhinhas d’água em alguns casos, a depender do tempo de exposição. Se o tempo de contato for prolongado, pode haver tonturas e enjoos, principalmente quando se trata de idosos e crianças, que têm a pele mais fina.
O procedimento a ser feito é sair logo do local contaminado e lavar a região do corpo com água e sabão. Geralmente, quando o petróleo fica na areia, ele fica mais concentrado e pegajoso. Nesse caso, ele gruda na pele e, para retirá-lo, é indicado passar alguma substância oleosa que pode ser óleo de cozinha ou de hidratação da pele.
Bahia Governo da Bahia contrata empresa para reparos no Forte São Marcelo
BA Estudantes da rede estadual da Bahia têm até 4 de novembro para atualizar cadastro
BA Movimentos articulam nome de promotora negra Lívia Sant’Anna Vaz para o STF
BA Eleições 2026: cerca de 120 mil passagens gratuitas foram emitidas
BA Primeira-dama de Jequié é exonerada após postagem contra eleitores de Lula
Nahia TRE da Bahia revoga prisão de secretário de Transporte de Salvador após retenção de ônibus