O presidente Jair Bolsonaro precisa sancionar ou vetar (total ou parcialmente) o projeto que altera regras eleitorais (Projeto de Lei 5029/19) até o dia 4 de outubro, para valerem já nas eleições municipais de 2020.
A primeira versão do projeto foi aprovada pelos deputados no início de setembro com grande repercussão negativa. A reação fez com que o Senado avançasse apenas na criação de um fundo eleitoral, sem valor definido, para financiar as eleições no ano que vem. Quando o texto voltou à Câmara, os deputados excluíram alguns pontos importantes, mas mantiveram trechos que críticos da proposta acreditam que podem dar margem para caixa dois, lavagem de dinheiro, além de reduzir mecanismos de controle dos recursos.
Após negociação entre os líderes partidários, os deputados retomaram à votação de todo o texto, retirando quatro pontos. No relatório apresentado pelo deputado Wilson Santiago (PTB-PB), foram suprimidos os seguintes trechos: o que permite pagar advogados e contadores com o fundo partidário; o que aumenta o prazo para a prestação de contas partidárias; um terceiro, que viabilizaria diversos sistemas para a prestação das contas, além do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e um último ponto que permitia partidos serem multados por erros na prestação de contas apenas em caso de dolo, quando há intenção em cometer uma fraude.
BA Bahia convoca 111 novos professores para a rede estadual de ensino
BA Abastecimento de água será interrompido em seis cidades baianas nesta segunda
BA Coelba intensifica operação contra “gatonet” em Salvador e outras 20 cidades da Bahia
BA Bahia registra aumento de 192% nos casos graves de infecção respiratória por influenza
BA Inmet emite alerta de chuvas intensas para quase 200 cidades da Bahia; veja lista
BA Consumo de peixes cresce na Semana Santa: veja dicas para escolher e preparar o alimento de forma saudável