O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes atendeu na noite de ontem (7) o pedido do partido Rede Sustentabilidade e concedeu uma medida liminar que proíbe investigação contra o jornalista Glenn Greenwald pela recepção, obtenção ou transmissão das mensagens vazadas do Telegram de Deltan Dallagnol.
O magistrado defendeu a liberdade de expressão e de imprensa na decisão.
“É corolário imediato da liberdade de expressão o direito de obter, produzir e divulgar fatos e notícias por quaisquer meios. O sigilo constitucional da fonte jornalística impossibilita que o Estado utilize medidas coercivas para constranger a atuação profissional e devassar a forma de recepção e transmissão daquilo que é trazido a conhecimento público”, escreveu.
Glenn Greenwald fundador e colunista do site The Intercept Brasil, que tem publicado uma série de reportagens denominada Vaza Jato, em conjunto com outros veículos de imprensa.
A última publicação apontou que o então corregedor-geral do Ministério Público Federal, Hindemburgo Chateaubriand Filho, criticou, em julho de 2017, de maneira informal, a conduta do procurador na divulgação de uma palestra. Ele ressaltou a gravidade da situação, no entanto, deixou de abrir apuração oficial
Política Comissão de Desenvolvimento Econômico aprova parecer do deputado Zé Neto a marco legal do setor de Distribuição
Política Pesquisa BTG/Nexus: Lula lidera todos os cenários da corrida eleitoral
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de pedir intervenção dos EUA no Pix
Política EUA propõem tarifa extra de 12,5% ao Brasil e outros 59 países após investigação sobre trabalho forçado
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de “trair a pátria” após reunião com Trump nos EUA
Política Alba aprova abono do Fundef para mais de 85 mil servidores da Educação na Bahia