O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou, neste domingo (6), o adiamento da eleição interna em Minas Gerais após determinação judicial que incluiu a deputada federal Dandara Tonantzin na disputa. A legenda alegou “impossibilidade logística” para inserir o nome da parlamentar nas cédulas já distribuídas, o que inviabilizou a votação em todos os níveis no estado. Com isso, a apuração nacional ficou comprometida, e uma nova data ainda não foi definida.
A direção nacional informou que os prazos para envio dos resultados ao sistema central, inicialmente previstos para até 7 de julho, estão suspensos. O presidente interino do partido, Humberto Costa, considerou um “erro” a decisão de acionar a Justiça, reforçando que as deliberações internas são tomadas por ampla maioria do diretório.
A Justiça determinou que o PT adotasse medidas para garantir igualdade de condições à candidatura de Dandara, que havia sido barrada por pendências financeiras com o partido. “A Comissão Executiva Nacional deliberou pelo adiamento da realização do PED no Estado de Minas Gerais para data a ser definida pelo Diretório Nacional”, disse comunicado oficial.
O partido convocou uma reunião extraordinária para 8 de julho, às 17h, com o objetivo de debater o impasse em Minas e outros processos judiciais envolvendo filiados. Em nota, o PT ressaltou que não reconhece manifestações do diretório estadual sobre os efeitos da decisão judicial e reafirmou a autoridade da instância nacional na condução do processo.
Política PGR chama dinheiro de Vorcaro para filme de ‘aporte ilícito’ e aponta atuação de Eduardo Bolsonaro
Política Mendonça determina soltura de ex-procurador do INSS investigado pela PF
Eleições 2026 Real Time: Jerônimo e ACM Neto têm empate técnico no 1º e 2º turnos ao governo da Bahia
Política Fachin dá 72 horas para Mendonça responder sobre afastamento de diretores da PF
Política Comissão aprova fim da ‘taxa das blusinhas’ em compras de US$ 50
Política CCJ do Senado aprova PEC que prevê fim da escala 6×1