Juliana Marins, alpinista brasileira, morreu após sofrer um trauma contundente enquanto escalava o Monte Rinjani, na Indonésia, em 21 de junho. A autópsia, divulgada nesta sexta-feira (27), revelou que a causa da morte foi a combinação de danos aos órgãos internos e hemorragia, resultantes de fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. O especialista forense informou que os ferimentos foram causados pela queda, e a morte ocorreu cerca de 20 minutos após os ferimentos, com base na ausência de sinais de sofrimento prolongado ou hipotermia.
O corpo de Juliana foi resgatado após esforços de busca complicados pelo terreno acidentado e pelas condições climáticas adversas. A recuperação e o transporte para Bali para a realização da autópsia ocorreram com atrasos, o que gerou críticas, principalmente de internautas brasileiros, que apontaram falhas na operação de resgate. A família de Juliana acusou negligência e afirmou que, se a ajuda tivesse sido mais ágil, ela poderia ter sobrevivido.
O governo brasileiro se comprometeu a cobrir os custos do traslado do corpo de Juliana para o Brasil. O prefeito de Niterói e o presidente Lula se pronunciaram, garantindo apoio à família.
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