As ações do McDonald's voltaram a cair nesta quarta-feira (23), após a divulgação de um surto de E. coli depois do consumo de um lanche na rede de fast food. O surto resultou em 49 casos em 10 estados entre 27 de setembro e 11 de outubro, com a maioria das infecções ocorrendo no Colorado e Nebraska, nos Estados Unidos.
Todos os pacientes identificados na investigação sobre o surto disseram ter comido no McDonald's antes de ficarem doentes, e a maioria citou especificamente o Quarterão. Os sintomas da E. coli incluem cólicas abdominais severas, diarreia e vômito. O ingrediente ligado à infecção ainda não foi identificado, mas investigadores suspeitam das cebolas frescas fatiadas e dos hambúrgueres de carne bovina.
Em resposta à crise, o McDonald’s emitiu um comunicado afirmando que está tomando "ações rápidas e decisivas" para mitigar os impactos do surto. "Levamos a segurança alimentar extremamente a sério e é a coisa certa a fazer", disse Cesar Piña, diretor da cadeia de suprimentos da América do Norte do McDonald's.
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