O estado da Bahia ocupa a sexta posição no ranking de mortes nas estradas, entre os anos de 1998 e 2017. Os dados do Ministério da Saúde foram divulgados pelo jornal O Globo hoje (30).
As estradas baianas registraram 38.026 mortes no período. No topo de lista, aparece Rio de Janeiro, seguido por Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Em todo o país, foram 734.938 mortes durante no intervalo de 19 anos, o que equivale a um óbito a cada 15 minutos.
Conforme a reportagem, a letalidade nas estradas brasileiras é maior do que a causada pelas armas de fogo. Também em 20 anos, 726,6 mil pessoas foram assassinadas por armas.
Além das vidas perdidas, os acidentes também oneram a saúde pública. No período de 1998 e 2018, o país desembolsou R$ 5,3 bilhões, corrigidos pela inflação, em 2,8 milhões de procedimentos médicos relacionados ao trânsito, cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Levantamento do Conselho Federal de Medicina estima que esses acidentes provocam mais de 160 mil internações por ano.
Para especialistas ouvidos pelo jornal, o cenário deve piorar, com mais acidentes, mortes e gastos públicos, caso as medidas propostas pelo presidente Jair Bolsonaro que alteram o Código de Trânsito Brasileiro forem aprovadas no Congresso. Entre as propostas, está o aumento de 20 para 40 pontos do limite para o motorista infrator perder a carteira.
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