A ex-ministra da Casa Civil Eva Chiavon considera que o senador Jaques Wagner foi alvo de uma "perseguição política e judiciária deflagrada no país".
Trocas de mensagens dos procuradores da Lava Jato reveladas em parceria pelo site The Intercept Brasil e Folha de SP insinuam que o procurador Deltan Dallagnol queria acelerar “por questão simbólica” ações contra Wagner em 2018, quando o ex-governador foi alvo de mandato de busca e apreensão.
"Tentatam armar uma operação de busca e apreensão - por motivação "simbólica" - às vésperas do segundo turno das eleições, justamente quando ele coordenava a campanha de Fernando Haddad. Como ele próprio já afirmou, 'eles judicializaram a política e politizaram a justiça', desqualificou Chiavon.
Eva, que também foi secretária estadual da Casa Civil do governo Wagner, afirmou ainda que as revelações são uma "comprovação da perseguição política e judiciária deflagrada no país". "O que pretendiam, e ainda pretendem, é atingi-lo por sua qualificada liderança política", completou.
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