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Devotos homenageiam Santa Bárbara em Salvador

A programação teve início com a alvorada e repique de sinos, às 6h.

04/12/2023 11h01
Por: Redação
Devotos homenageiam Santa Bárbara em Salvador

Com o tema “Santa Bárbara, filha da Virgem Maria, fazei germinar em nós a esperança de um mundo mais humano, fraterno e igualitário”, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Salvador, celebra mais um ano da festa de Santa Bárbara, conhecida como a protetora contra relâmpagos e tempestades nesta segunda-feira, 4.

A programação terá início com a alvorada e repique de sinos, às 6h. A Missa campal será às 8h, presidida pelo capelão, cônego Lázaro Muniz. Logo após a Celebração Eucarística acontecerá uma procissão, que sairá da Igreja do Rosário dos Pretos, passará pelas ruas Gregório de Mattos, João de Deus, Terreiro de Jesus, Praça da Sé e Ladeira da Praça.

Ao chegar ao Corpo de Bombeiros, na Barroquinha, os devotos farão uma parada para homenagear a padroeira da corporação e, logo após, seguirão para a Baixa dos Sapateiros, Rua Padre Agostinho e Pelourinho até retornar à Igreja.

Santa Bárbara

Santa Bárbara, virgem e mártir, tem sua origem onde hoje está localizada a cidade de Izmit na Turquia. Viveu no final do século III, durante o reinado do imperador Maximiano, e era filha única de um nobre morador de Nicomédia chamado de Dióscoro. É considerada padroeira dos bombeiros e de todos profissionais que lidam com fogo, também protetora contra tempestades e trovões.

Conta-se que o pai de Santa Bárbara tinha muito ciúmes de sua beleza e desejava privá-la de conhecer todos os pretendentes que desejavam se casar com ela. Por esse motivo, Dióscoro a deixou presa dentro de uma torre.

No entanto, a jovem sempre manifestou a sua fé. Na torre, por exemplo, haviam duas janelas, mas Santa Bárbara pediu que fosse construída uma terceira em honra à Santíssima Trindade.

Certa vez, em uma das viagens de seu pai, Santa Bárbara fugiu para ser batizada, mas foi capturada por ele mesmo, que a teria executado cortando-lhe a cabeça com uma espada. Isso aconteceu no dia 4 de dezembro, data em que atualmente a Igreja celebra a sua memória litúrgica.

Por Correio da Bahia

 

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