Empresários baianos afirmaram, nesta quarta (8), que “jamais consentiram com a proposta de aumento no ICMS”. A declaração foi feita em resposta ao líder do governo na Assembleia baiana (Alba), Rosemberg Pinto (PT), que afirmou, em plenário, ter se reunido com empresários e o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, para expor a situação fiscal e que eles compreenderam a necessidade.
O parlamentar é também o relator do projeto aprovado na noite de ontem em meio a tentativa de obstrução, e chegou a afirmar que tanto os empresários quanto toda a população estão sendo beneficiados com o projeto, que “reduz significativamente as alíquotas do ICMS na energia e nas telecomunicações”, argumentou.
Os empresários, no entanto, se declararam contrários. “A posição do empresariado foi tornada pública em manifesto contra o projeto de lei e apelava ao Legislativo pela não aprovação do texto. Num momento crítico para a economia baiana, o segmento entende que é nocivo o aumento do imposto. Neste sentido, nas reuniões que foram realizadas, foram apresentadas diversas alternativas ao projeto, desde a simples suspensão, mas também seu adiamento, ou uma aplicação de alíquota menor num primeiro momento para uma aplicação gradual, entre outros. Nossa posição não mudou” disseram, em comunicado.
Assinaram a nota a Fecomércio-BA; Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB); FAEB; FETRABASE Bahia-Sergipe; Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia (FCDL Bahia); Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Salvador); e Associação Comercial da Bahia
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