A professora Samantha Vitena, expulsa de um voo da Gol no aeroporto de Salvador ao recusar despachar uma mala com um notebook, falou sobre o caso pela primeira vez no programa Encontro, desta segunda-feira (1). Na atração matinal, a profissional afirmou que está “tentando entender tudo”.
“Eu fiquei bastante abalada com toda essa situação, mas tenho recebido todo suporte e bastante apoio”, disse Samantha aos apresentadores Patrícia Poeta e Manoel Soares.
A educadora relatou que chegou a avisar aos comissários que não conseguiria efetuar o despacho da bagagem por “não ser recomendado” e que foi ajudada por outros passageiros a acomodar a mochila em um local adequado.
“Até onde eu sei a gente não pode despachar um laptop, não é recomendado por questão de risco, então falei que isso não seria possível. Eu falava que não tinha como despachar minha mochila e a gente precisava achar uma outra solução e ele falava: ‘Você precisa despachar, vai ter que despachar”, conta.
Samanta foi expulsa do avião após guardar a bagagem. Ela saiu da aeronave escoltada por policiais federais e precisou assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por resistência.
“Quando ele falou do crime, levantei para me retirar e falei para os demais passageiros. Perguntei se eu fiz alguma coisa que me tirasse do avião e as pessoas falavam que eu não tinha feito nada”, complementou.
No domingo (30), a Polícia Federal abriu um inquérito para apurar crime de racismo contra a professora.
BA Tarifas dos EUA devem atingir apenas 1,8% das exportações do agro baiano, aponta Faeb
BA Jerônimo diz que nova concessionária da BR-324 e BR-116 pode ser definida entre agosto e outubro
Bahia Chá revelação com fogos provoca incêndio em rancho turístico de Vitória da Conquista
Bahia Feira de Santana e Vitória da Conquista concentram número de mortes de motociclistas em rodovias federais
Bahia Uneb abre inscrições para mais de 2,4 mil vagas remanescentes em cursos de graduação
Bahia Jerônimo oficializa mudanças no secretariado da Bahia