O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Coutinho, negou que vá ocorrer uma paralisação dos policiais militares após a morte do soldado Wesley Soares Goés, lotado na 72ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) de Itacaré, no sul do estado. Ele foi abatido após surtar e atirar contra policiais no Farol da Barra na tarde de ontem (28).
Em coletiva de imprensa hoje (29), no Centro de Operações e Inteligência (COI), no CAB, o coronel disse que a movimentação por um motim, iniciada ainda na noite de domingo, não representa a polícia.
"A PM é bem maior que isso. Estamos com o alto comando da corporação em funcionamento para servir e proteger o cidadão e qualquer manifestação de ordem política não cabe nesse momento”, afirmou o comandante-geral.
De acordo com coronel Coutinho, a ação contra o soldado da PM ocorreu após o mesmo atirar contra os colegas. "Ele direcionou essa arma pra tropa e efetuou disparos que poderiam ter atingido mortalmente não só policiais militares, mas também a comunidade naquele local que reside", afirmou o comandante.
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