Cotada para assumir o Ministério da Saúde no lugar do general Eduardo Pazuello, a médica cardiologista Ludhmila Hajjar passou a ser alvo de bolsonaristas nas redes sociais.
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) resgataram uma live dela com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) para acusar ligação política, o que foi negado pela médica que diz não ter nenhum vínculo político.
Também circularam fotos dela com Rodrigo Maia (DEM-RJ), ex-presidente da Câmara dos Deputados e considerado adversário de Bolsonaro.
Além disso, um áudio com uma voz feminina atribuída à médica chamando Bolsonaro de psicopata foi levado por auxiliares ao presidente, na tentativa de inviabilizar a escolha.
Em entrevista à coluna Painel, da Folha de S.Paulo, Ludhmila Hajjar negou envolvimento político. “Não tenho vínculo partidário. Não sou ligada politicamente a ninguém. Sou médica. Fizeram montagem. Não tenho esse vocabulário. Não falaria isso nunca de homem nenhum”, disse.
No domingo (14), a médica se reuniu com presidente e aliados, que analisam um nome para assumir o ministério.
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